Enquanto eu sigo nas minhas aulas, ensaios e shows de flamenco por aí, aproveito para compartilhar uma informação importante para bailarinos e bailarinas. Dois projetos de Porto Alegre buscam corpos dançantes para trabalhos coreográficos a serem desenvolvidos em 2014.
O primeiro é a Mouvere Cia de Dança que completa 25 anos e busca 3 homens e 3 mulheres para um espetáculo em conjunto com a Orquestra Unisinos. A audição acontece no dia 5 de julho.
O segundo é o projeto Patas Arriba que também busca 6 bailarinos/bailarinas e 3 suplentes para participar de um projeto baseado na obra de Eduardo Galeano com coreografia de Rui Moreira. Este projeto estréia em dezembro de 2014 no Theatro São Pedro. As audições acontecem nos dias 5 e 6 de julho.
Mais detalhes sobre as audições nos flyers abaixo.
Blog da bailarina e bailaora de flamenco Graziela Silveira. Um lugar para jogar pensamentos na rede.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
SHOWS DESTE MÊS EM PORTO ALEGRE
Graças às coincidências da escala de bailarinos no Bar Flamenco do Tablado Andaluz, danço neste fim de semana de namorados e de início de Copa do Mundo em Porto Alegre. O restaurante já está lotado para quinta-feira, dia 12 de junho, mas o jantar especial para os pombinhos Enamorados vale também para sexta-feira. No sábado, a casa funciona normalmente com show de flamenco e buffet de paellas além de vários pratos da culinária espanhola que também compõem o cardápio da casa. Informações e reservas pelo telefone: 3311-0336 a partir das 14h.
No palco, fazem o show os artistas Andréa Franco (baile), Pedro Fernandez (baile e cante), Gustavo Rosa (cajón), Giovani Capeletti (guitarra), Graziela Silveira (baile) e o convidado especial Diego Zarcón (cante) que fica uma temporada na capital gaúcha para acompanhar os espetáculos da Cia de Flamenco Del Puerto e as noites de tablao do Tablado Andaluz deste e do próximo fim de semana.
Abaixo, segue uma foto do show que fiz ao lado do guitarrista Giovani Capeletti na quinta-feira passada na segunda edição do evento Paella do DC promovido por Laney Langaro e Bebeto Azevedo em comemoração aos 22 anos do Jornal Diário de Canoas, bem como um cartaz com mais informações sobre os shows no Tablado Andaluz.
No palco, fazem o show os artistas Andréa Franco (baile), Pedro Fernandez (baile e cante), Gustavo Rosa (cajón), Giovani Capeletti (guitarra), Graziela Silveira (baile) e o convidado especial Diego Zarcón (cante) que fica uma temporada na capital gaúcha para acompanhar os espetáculos da Cia de Flamenco Del Puerto e as noites de tablao do Tablado Andaluz deste e do próximo fim de semana.
Abaixo, segue uma foto do show que fiz ao lado do guitarrista Giovani Capeletti na quinta-feira passada na segunda edição do evento Paella do DC promovido por Laney Langaro e Bebeto Azevedo em comemoração aos 22 anos do Jornal Diário de Canoas, bem como um cartaz com mais informações sobre os shows no Tablado Andaluz.
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| Por alegrias no Blue Moon Espaço de Eventos em Canoas |
quinta-feira, 5 de junho de 2014
FOTOS DO DIA INTERNACIONAL DA DANÇA EM CANOAS
Enquanto me preparo para dançar na segunda edição do evento Paella do DC, que comemora os 22 anos do Jornal Diário de Canoas, no Espaço de Eventos Blue Moon, relembro minha participação na Gala do Dia Internacional da Dança 2014 em Canoas. O show ocorreu no dia 29 de abril de 2014. Eu, o bailaor Gabriel Matias e as alunas Clara Moraes e Deisi Ferreira, que frequentam minhas aulas de flamenco na Escola La Tablada, apresentamos três números para os quase 400 presentes no The Place. A promoção foi da Prefeitura Municipal de Canoas através da Secretaria de Cultura da Cidade. As fotos são de Renata Simmi.
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| Graziela Silveira por tangos |
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| Graziela Silveira e Gabriel Matias por tangos |
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| Graziela Silveira e Gabriel Matias por tangos |
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| Gabriel Matias por tangos |
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| Graziela Silveira e Gabriel Matias por tangos |
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| Graziela Silveira e Gabriel Matias por tangos |
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| Graziela Silveira por alegrias |
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| Graziela Silveira por alegrias |
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| Graziela Silveira por alegrias |
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| Graziela Silveira por alegrias |
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| Graziela Silveira por alegrias |
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| Graziela Silveira e Clara Moraes por sevillanas |
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| Deisi Ferreira por sevillanas |
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| Graziela Silveira, Deisi Ferreira, Gabriel Matias e Clara Moraes por sevillanas |
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| Clara Moraes por sevillanas |
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| Graziela Silveira, Deisi Ferreira, Gabriel Matias e Clara Moraes por sevillanas |
terça-feira, 27 de maio de 2014
MEU ESTILO DE DANÇA
Conforme prometido, seguem minhas reflexões sobre meu “estilo
de dança”. Para quem não viu o início da questão no Facebook, esta pulga nasceu
atrás da minha orelha quando fui fazer a audição para a recém-criada Cia
Municipal de Dança de Porto Alegre. A audição consistia em uma aula e o último
exercício da aula era ir até a banca examinadora dançando conforme o seu
estilo.
Assim que a professora terminou a frase eu pensei: “E qual é
o meu estilo?” Imediatamente pensei no flamenco, que é a linguagem artística
que venho estudando mais nos últimos dois anos e que seria meu “diferencial”
naquele grupo de bailarinos reunidos na sala, mas não excluí a dança
contemporânea e o ballet clássico dos meus pensamentos, pois eles fizeram e
ainda fazem parte da minha vivência corporal. E isso só para citar as
linguagens com as quais mais trabalhei e que deixaram algumas marcas no meu
corpo, nos meus movimentos, na minha maneira de dançar e de ver a vida.
Óbvio que fiz muita bobagem na hora do exercício. Infelizmente,
não consigo mostrar meu estilo pessoal em 30 segundos avançando em direção a
uma banca examinadora. Ainda mais se levar em conta que eu fiquei o tempo todo
pensando: qual é o meu estilo? Enfim, como se supõe, não passei na audição, mas
isto é tema para outro texto, pois trata-se de uma rejeição artística que ainda
estou digerindo e sobre a qual ainda não consigo refletir sem me debulhar
chorando. Voltemos, portanto, ao meu estilo de dança.
Saí da sala de aula pensando no meu estilo que, creio,
deveria ser uma mistura de ballet clássico, dança contemporânea* e flamenco,
pois são as danças que mais estudei ao longo dos anos. Aí lembrei de um texto lido
na faculdade sobre corpos híbridos e fui atrás para lembrar do que se tratava e
de quem era. O texto chama-se Corpos humanos não identificados: hibridismo
cultural e é de Dani Lima. Nele, a autora fala sobre a forma corporal na dança
contemporânea.
Enfim, fazendo uma leitura rápida no texto, identifiquei meu
corpo ou minha formação como bailarina como um corpo híbrido, composto de várias
técnicas, mas que não é formado somente por uma delas ou que não demonstra
formação específica em somente uma técnica ou outra. Sou fruto desta mistura de
técnicas a que eu mesma me expus ao longo dos anos e este corpo não é imutável,
pois vai continuar sendo exposto a diferentes situações, linguagens e formas de
movimento. E este conceito responde um pouco minha dúvida sobre meu estilo ou a
falta dele. Explico...
Quando eu dancei ballet clássico, nunca fui princesa, a Fada
Açucarada ou o cisne bonzinho. Eu era sempre a vilã, a espanhola, o cisne
negro... Minha professora dizia que eu tinha movimentos muito fortes para os
papéis mais meigos e doces. Eu ficava arrasada. Sempre quis ser a princesa
boazinha. Aí, fui fazer aula de dança contemporânea. Depois de meses me batendo
contra o solo, estava começando a me achar mais soltinha, menos clássica e com
menos hematomas pelo corpo. Numa bela aula, ouço a Eva Schull dizer: “tu tens
que soltar mais o peso do corpo no chão. Parece que tu estás sempre dançando
flamenco.”
Em Madri, passei por outra experiência perturbadora. Estava
me achando “super flamenca”, pois já tinha perdido um pouco daquela postura
rígida do ballet que carregava comigo para as aulas de flamenco, quando uma
bailaora brasileira radicada em Madri chamada Yara Castro me fala: “não faz
essa chamada, você, com este jeitão de bailarina que você tem, precisa fazer
uma coisa mais “classuda”!” Concluo, portanto, que não me enquadro nas
características estéticas de nenhuma das danças que já estudei mais
profundamente...
Juro que lembrei de tudo isso na hora do tal exercício na
aula. Eu não sou clássica, não sou flamenca e não sou contemporânea, ou seja,
eu sou um ser único e que misturou isto tudo ou que realmente não conseguiu
misturar nada disso. Cheguei à conclusão que sou uma pessoa que dança há mais
de vinte anos e que tenta harmonizar o corpo de acordo com as diferentes
linguagens estudadas, mas que ainda não atingiu este objetivo. E, sinceramente,
levando em conta a época em que vivemos, na qual estamos expostos a tantas
informações, não sei se quero ser só flamenca, só clássica ou só contemporânea.
Acho que gosto de pensar que, quando danço flamenco, busco
mais as formas corporais ligadas a este tipo de dança, mas que também não
impeço meu corpo de, em algum momento ou outro, parecer-se ao ballet clássico
ou a dança contemporânea. Afinal de contas, meu corpo não sabe exatamente
separar todas estas linguagens. Às vezes elas simplesmente se misturam, outras
vezes se separam e vão para polos opostos, porém continuam criando formas e significando
algo com isto. Desta forma, eu continuo sendo eu com meus defeitos e qualidades,
com a minha forma particular de dançar e de me expressar.
Por fim, sou uma pessoa que tem tendinite no joelho
esquerdo, fascite nos dois pés, uma coluna lombar retificada por causa de duas
vértebras que nasceram coladas (fato que só descobri depois dos 30 anos), que
dança ballet clássico desde os 5 anos, que tenta estudar flamenco há uns 10
anos e que há 6 anos descobriu que gosta também de dançar com os pés descalços,
o cabelo solto e testar novos movimentos e formas. Sou uma pessoa que ficou
quatro dias pensando no seu próprio estilo de dança e que não chegou à
conclusão definitiva sobre o assunto. Só sei que, por enquanto, sou isto e que
é assim que me mostro em público para ser acolhida ou não. Mesmo sendo rejeitada,
tenho certeza de uma coisa: eu comunico algo aos outros. As pessoas não ficam
indiferentes a minha forma de mover o corpo em cena seja a cena que for:
clássica, flamenca ou contemporânea. E, por hora, acho que isso já é uma
vitória para alguém que se diz artista.
* esta denominação é muita ampla e pode englobar muitas
coisas, mas no contexto deste texto, a utilizo para reunir as técnicas que
surgiram a partir da dança moderna. De maneira geral, são as linguagens que
usam os movimentos em contato com o solo, os pés descalços, a mistura com
outras linguagens como o teatro e o vídeo, que propõem uma forma de pensar o
corpo, o movimento e a cena de uma maneira diferente daquela proposta pelo
ballet clássico e pela dança moderna.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
MODELANDO PARA MINHA MÃE
Em 2010, resolvi fazer umas fotos em estúdio com meu amigo e grande fotógrafo, Carlos Sillero que vivia me convidando para tirar fotos. A idéia não era fazer um book de modelo, mas sim um book de bailarina flamenca. Naquela manhã, levei alguns figurinos pro estúdio do Carlos e tiramos várias fotos assessorados pelo bailaor Gabriel Matias e pela maquiadora Deby Marques. Saí de lá me achando uma super modelo.
Resultaram dali muitas fotos, mas eu tinha certeza que não ia gostar de muitas delas, pois sempre me acho horrível em fotografias. Acabou que, graças às dicas preciosas do meu querido fotógrafo e à maquiagem e cabelos primorosos da Deby, acabei gostando de um monte de fotos. Eu gostei, meu namorado gostou, meu pai gostou, minhas irmãs acharam legais e, é claro, minha mãe adorou. Mãe é tudo igual...
Enfim, me achei bonita em várias fotos e uso elas no meu portfólio profissional, mas isso era pouco para minha mãe. Ela me achou tão linda nas fotos que ficou me azucrinando para fazer um cadastro numa agência de modelos. Só minha mãe para achar que eu levo jeito para este tipo de coisa. Aliás, se dependesse da minha mãe, eu estava apresentando o Jornal Nacional ou tendo um programa só meu em algum canal da TV brasileira. Enfim, como mãe não desiste nunca, resolvi ceder a pressão e fui fazer o tal cadastro e, por conseguinte, as tais fotos.
Quando eu cheguei na agência e vi a "maquiadora" chegando com uma sacolinha da Panvel com a maquiagem para passar em mim, desejei fortemente ter levado minha maleta com meus pós, corretivos, bases e sombras... Enfim, isso não era possível. Sentei na cadeira e esperei a menina fazer uma maquiagem basiquinha e sem muito glamour. Fiquei até bonitinha e fui pro estúdio.
Entrei lá e levei outro choque. O fotógrafo não conseguia ajustar a luz do estúdio pois só estava acostumado a fotografar crianças. Nesta hora, lembrei da minha mãe e pensei: "depois que isto terminar a Celma vai parar de me encher o saco". Sorri, dancei, gargalhei, tirei umas fotos, fui simpática e terminei logo com aquilo. Saí da agência com a certeza que aquelas fotos ficariam um lixo e que eu ia me odiar em todas elas. Por causa disso, nem fui buscar o Cd com as fotos quando elas ficaram prontas.Não sei o nome do fotógrafo e muito menos da maquiadora.
Pois este ano, me ligaram da agência para conferir o cadastro e acabei indo lá buscar as tais fotos que eu nunca tinha visto. Não é que algumas até saíram bonitinhas! Óbvio que não sou modelo, nunca fiz trabalho nenhum na área e só faço testes para comerciais e coisas do gênero quando pedem bailarinos e/ou jornalistas, mas fiquei feliz daquela tarde não ter sido absolutamente perdida. Finalizando o falatório todo, seguem abaixo algumas das fotos desta sessão em homenagem à minha mãe que me azucrina tanto, mas que tenho certeza que me ama. Obrigada pelos empurrões, Celminha.
Resultaram dali muitas fotos, mas eu tinha certeza que não ia gostar de muitas delas, pois sempre me acho horrível em fotografias. Acabou que, graças às dicas preciosas do meu querido fotógrafo e à maquiagem e cabelos primorosos da Deby, acabei gostando de um monte de fotos. Eu gostei, meu namorado gostou, meu pai gostou, minhas irmãs acharam legais e, é claro, minha mãe adorou. Mãe é tudo igual...
Enfim, me achei bonita em várias fotos e uso elas no meu portfólio profissional, mas isso era pouco para minha mãe. Ela me achou tão linda nas fotos que ficou me azucrinando para fazer um cadastro numa agência de modelos. Só minha mãe para achar que eu levo jeito para este tipo de coisa. Aliás, se dependesse da minha mãe, eu estava apresentando o Jornal Nacional ou tendo um programa só meu em algum canal da TV brasileira. Enfim, como mãe não desiste nunca, resolvi ceder a pressão e fui fazer o tal cadastro e, por conseguinte, as tais fotos.
Quando eu cheguei na agência e vi a "maquiadora" chegando com uma sacolinha da Panvel com a maquiagem para passar em mim, desejei fortemente ter levado minha maleta com meus pós, corretivos, bases e sombras... Enfim, isso não era possível. Sentei na cadeira e esperei a menina fazer uma maquiagem basiquinha e sem muito glamour. Fiquei até bonitinha e fui pro estúdio.
Entrei lá e levei outro choque. O fotógrafo não conseguia ajustar a luz do estúdio pois só estava acostumado a fotografar crianças. Nesta hora, lembrei da minha mãe e pensei: "depois que isto terminar a Celma vai parar de me encher o saco". Sorri, dancei, gargalhei, tirei umas fotos, fui simpática e terminei logo com aquilo. Saí da agência com a certeza que aquelas fotos ficariam um lixo e que eu ia me odiar em todas elas. Por causa disso, nem fui buscar o Cd com as fotos quando elas ficaram prontas.Não sei o nome do fotógrafo e muito menos da maquiadora.
Pois este ano, me ligaram da agência para conferir o cadastro e acabei indo lá buscar as tais fotos que eu nunca tinha visto. Não é que algumas até saíram bonitinhas! Óbvio que não sou modelo, nunca fiz trabalho nenhum na área e só faço testes para comerciais e coisas do gênero quando pedem bailarinos e/ou jornalistas, mas fiquei feliz daquela tarde não ter sido absolutamente perdida. Finalizando o falatório todo, seguem abaixo algumas das fotos desta sessão em homenagem à minha mãe que me azucrina tanto, mas que tenho certeza que me ama. Obrigada pelos empurrões, Celminha.
terça-feira, 22 de abril de 2014
DIA INTERNACIONAL DA DANÇA EM CANOAS
Na próxima terça, dia 29 de abril, comemora-se o Dia Internacional da Dança. Como no ano passado, participo das festividades desta data em Canoas junto com os demais artistas da cidade nos eventos promovidos pela prefeitura deste município. A programação começa já no dia 28, com exposição de fotos e muita dança. Desta vez, participo das apresentações no Centro da cidade a partir das 6h30 da manhã e na Gala de Dança do dia 29 junto com minhas alunas de flamenco da Escola La Tablada e do bailaor Gabriel Matias. Todos os eventos têm entrada franca. Confiram a programação completa:
28 de abril
ABERTURA OFICIAL
19h - Exposição fotográfica "Memórias da Dança em Canoas"
Intervenções com Terpsí Teatro de Dança
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
29 de abril
6h30 - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
12h - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
14h30 às 16h30 - ESPETÁCULOS DE DANÇA PARA ESCOLAS
1. Romualdo e a Dança das Palavras
2. Guica Improvável para Corpos Mutantes
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
16h - ESPETÁCULO DESVIOS - MUOVERE CIA DE DANÇA
Local: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
17h - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
19h30 - 2º GALA DE DANÇA
Com os grupos: Urban Face, Art & Dança, Studio Spasso, Kristian Galvão e Grupo, Inspiración - Tango, Ballet Erenita, Graziela Silveira, Solovey, CTG Brazão do Rio Grande, Najma Safi
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
* A exposição "Memórias da Dança em Canoas" estará aberta à visitação de 1º a 31 de maio na Biblioteca Pública João Palma da Silva (Rua Ipiranga, 105 - Centro).
28 de abril
ABERTURA OFICIAL
19h - Exposição fotográfica "Memórias da Dança em Canoas"
Intervenções com Terpsí Teatro de Dança
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
29 de abril
6h30 - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
12h - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
14h30 às 16h30 - ESPETÁCULOS DE DANÇA PARA ESCOLAS
1. Romualdo e a Dança das Palavras
2. Guica Improvável para Corpos Mutantes
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
16h - ESPETÁCULO DESVIOS - MUOVERE CIA DE DANÇA
Local: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
17h - APRESENTAÇÕES DE GRUPOS CANOENSES
Locais: Calçadão (Rua Tiradentes, esquina com a Rua XV de Janeiro - Centro)
Estação Canoas/ La Salle do Trensurb (Av. GUilherme Schell, 5670 - Centro)
Estação Mathias Velho do Trensurb (Av. Guilherme Schell, 7450)
Passarela de Pedestres (Rua Tiradentes - BR 116 - Centro)
19h30 - 2º GALA DE DANÇA
Com os grupos: Urban Face, Art & Dança, Studio Spasso, Kristian Galvão e Grupo, Inspiración - Tango, Ballet Erenita, Graziela Silveira, Solovey, CTG Brazão do Rio Grande, Najma Safi
Local: The Place (Rua Fab, 134 - Nossa Sra. das Graças, Canoas - RS)
* A exposição "Memórias da Dança em Canoas" estará aberta à visitação de 1º a 31 de maio na Biblioteca Pública João Palma da Silva (Rua Ipiranga, 105 - Centro).
sexta-feira, 4 de abril de 2014
CURSOS DE FLAMENCO EM PORTO ALEGRE E SÃO PAULO
Enquanto me preparo para os dois últimos shows deste fim de semana no Tablado Andaluz em Porto Alegre (mais infos no flyer abaixo), aproveito para divulgar informações sobre cursos de flamenco que vão acontecer na capital gaúcha e em São Paulo.
O primeiro curso acontece de 25 a 27 de abril no Tablado Andaluz. Nestes dias, a bailaora Carmen González divide um pouco de sua técnica e sensibilidade com alunos de todos os níveis, do iniciante ao avançado, além de participar da abertura do Ciclo Flamenco Algo Más nos dias 25 e 26 de abril no Bar flamenco do Tablado Andaluz ao lado da cantaora Claudia Montoya (Buenos Aires) e dos artistas gaúchos Giovani Capeletti (guitarra), Pedro Fernandez (baile) e Gustavo Rosa (cajón). Os shows acontecem a partir das 22h e as reservas podem ser feitas pelo telefone 3311-0336. Neste mesmo número, os interessados nos cursos de baile podem receber informações sobre as inscrições. Cada curso custa R$ 280,00 e este valor pode ser parcelado.
Por último, de 10 a 13 de maio, após uma semana de cursos em São Paulo (infos no site da Villa Flamenca), chega pela primeira vez a Porto Alegre, o flamencólogo Juan Vergillos. Ele ministra dois cursos na Escola de Flamenco Del Puerto. O primeiro é sobre a História do Baile Flamenco e o segundo fala sobre Flamenco e Gestalt (este último já está com inscrições esgotadas, mas abriram lista de espera para possível nova turma). Mais informações sobre este grande pesquisador do flamenco podem ser obtidas no blog http://vaivenesflamencos.com/
As informações sobre o curso em Porto Alegre estão logo abaixo.
O primeiro curso acontece de 25 a 27 de abril no Tablado Andaluz. Nestes dias, a bailaora Carmen González divide um pouco de sua técnica e sensibilidade com alunos de todos os níveis, do iniciante ao avançado, além de participar da abertura do Ciclo Flamenco Algo Más nos dias 25 e 26 de abril no Bar flamenco do Tablado Andaluz ao lado da cantaora Claudia Montoya (Buenos Aires) e dos artistas gaúchos Giovani Capeletti (guitarra), Pedro Fernandez (baile) e Gustavo Rosa (cajón). Os shows acontecem a partir das 22h e as reservas podem ser feitas pelo telefone 3311-0336. Neste mesmo número, os interessados nos cursos de baile podem receber informações sobre as inscrições. Cada curso custa R$ 280,00 e este valor pode ser parcelado.
Em maio, acontece em São Paulo a sexta edição da Feira Flamenca. O evento traz ao Brasil o bailaor Alfonso Losa para ministrar cursos e workshops além de ser o convidado principal de um show no dia 1º de maio no Teatro Itália. A feira oferece também workshops com artistas flamencos de São Paulo e uma palestra sobre flamenco com um flamencólogo espanhol. Maiores informações sobre o evento que acontece de 1º a 4 de maio podem ser obtidos no site www.feiraflamenca.com.br
As informações sobre o curso em Porto Alegre estão logo abaixo.
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