quarta-feira, 15 de maio de 2013

FIM DE SEMANA DE SHOWS NO TABLADO ANDALUZ

Depois de mais uma semana intensa de aulas e ensaios, minha vertente bailaora vai se manifestar mais uma vez. Nos dias 16, 17 e 18 de maio (quinta, sexta e sábado), subo novamente ao palco do Tablado Andaluz em Porto Alegre. Divido o palco com os demais artistas da casa: Andréa Franco (baile), Giovani Capeletti (guitarra), Pedro Fernández (cante) e Gustavo Rosa (cajón).

Comecei a participar dos shows na peña flamenco do Tablado em 2006 e, desde 2011, divido uma escala regular com outros professores desta escola de dança que também é um bar flamenco. Pelo menos uma vez por mês, os professores do Tablado Andaluz tem a oportunidade de experimentar e aprimorar seu lado "artista" no palco do primeiro tablao flamenco do Brasil.

Quem ainda não conhece como funciona um típico tablao espanhol não pode perder a oportunidade de conferir um belo show de flamenco acompanhado por paellas deliciosas. A carta de vinhos do local também foi ampliada recentemente.

Para sentir um gostinho do que acontece todo fim de semana na capital gaúcha segue um link com uma composição musical do guitarrista Giovani Capeletti: https://soundcloud.com/giovani-capeletti/giovani-capeletti-solea-por#play

Outras informações sobre os shows no cartaz abaixo.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

UM POUCO DO QUE SOU

O currículo profissional de alguém não revela tudo o que esta pessoa é, mas ajuda a tornar o profissional reconhecido. Com certeza, todas as experiências descritas abaixo, contribuíram e ou continuam a contribuir para fazer de mim a profissional que sou hoje.

Graziela Silveira é jornalista graduada pela Unisinos em 2002, formada em ballet clássico pela Fundação Cultural de Canoas em 1999 e integrante, desde 2003, da Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz. Em 2006, começou também a atuar como professora na Escola de Dança Tablado Andaluz em Porto Alegre. Fez workshops de flamenco com Cláudio Arias (Argentina), Carmen "La Talegona" (Espanha), Concha Jareño (Espanha), Pepa Molina (Espanha), Carolina León (Venezuela), Manuel Liñan (Espanha), David Paniágua (Espanha), Elieser “La Truco” (Espanha), Juan Manuel Fernández Montoya – Farruquito (Espanha), Talita Sanchez (São Paulo), Miguel Alonso (Cuba/ São Paulo), Miriam Galeano (Paraguai/Curitiba), Mariana Abreu (Campinas), Yuri Caires (São Paulo), Yara Castro (São Paulo/ Madri), Stéfano Domit (Caxias do Sul/ Madri), Diego Zarcón (Rio de Janeiro) e Adelita Parra (Campinas) e frequentou as aulas regulares de Belén Fernandez (Espanha), Robinson Gambarra. Andréa Franco e Pedro Fernández. Graduada pelo curso Superior de Dança da Ulbra em 2007, esteve na Espanha onde participou do II Ciclo de Formação Completa de Baile Flamenco em agosto de 2010. O curso, dirigido por Eliezer "La Truco", ocorreu na escola Amor de Dios, um dos centros de estudo e aprendizagem em flamenco mais importantes do mundo. Foram seus professores no curso: Pepa Molina, Maria Juncal, Nuria Truco, Dagmara Brown, Julia Royo, Eliezer "La Truco", Pedro Sanz, Joaquin San Juan, Rafael Casado e Carmela Greco. Na mesma época frequentou as aulas de Alfonso Llosa e Miguel Cañas e foi convidada pelos brasileiros radicados em Madri Yara Castro e Fernando de La Rua para participar do projeto Brasil Flamenco que ocorre no tablao ArteBar na capital espanhola. Neste evento, dividiu o palco com outros artistas flamencos brasileiros que moram ou estavam em Madri na época. Atuou como bailarina no Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre de julho de 2007 a janeiro de 2009. Atualmente, é bailarina da Geda Cia de Dança contemporânea. Seu último trabalho nesta área foi o espetáculo Cem Metros de Valsa e um Grama que estreou em 2011 e teve sua última temporada em abril de 2012, pelo qual foi indicada ao Prêmio Açorianos de Melhor Bailarina de 2011. É membro fundador da Associação Cultural Cena 21, coletivo de artistas que promoveu o Festival Internacional de Dança Mesa Verde em novembro de 2009 em Porto Alegre. Desde 2010, dá aulas de dança flamenca na Escola La Tablada em Canoas, onde também assumiu a turma de ballet clássico para adultos iniciantes desde março de 2012.

Experiência Profissional:
- Professora de ballet clássico para adultos iniciantes na Escola de Danças La Tablada em Canoas desde março de 2012.
- Ministrante do curso de técnica de leque nível avançado em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 na Escola de Dança Flamenca Tablado Andaluz em Porto Alegre.
- Bailarina na ópera Carmen realizada pelo Coral e Orquestra da PUCRS em outubro de 2011.
- Professora de flamenco na Escola de Danças La Tablada em Canoas desde abril de 2010.
- Produtora e curadora do Festival Internacional de Dança Mesa Verde realizado pela Associação Cultural Cena 21 em novembro de 2009 em Porto Alegre.
- Participante do 8º Festival Internacional de Flamenco de São José dos Campos em agosto de 2009 com a coreografia Mirabrás.
- Professora de ballet clássico para bailaores profissionais de flamenco na Escola de Flamenco Del Puerto em Porto Alegre de abril de 2009 a setembro de 2012.
- Professora de Dança para crianças de 2 a 6 anos na Escola Forum Kids de Porto Alegre de maio de 2007 a dezembro de 2011. 
- Integrante do Grupo Experimental de Dança de Porto Alegre, criado pela Diretoria de Dança do Centro Municipal de Cultura da mesma cidade, de julho de 2007 a janeiro de 2009.
- Bailarina da Geda Cia de Dança Contemporânea desde março de 2007. 
- Professora da Escola de Dança Flamenca Tablado Andaluz de Porto Alegre desde 2006.
- Monitora nas aulas de Improvisação e Expressão Corporal da Professora Ângela Garcia na Universidade Luterana do Brasil no semestre 2006/1.
- Estagiária na Escola Ulbra Paz, no bairro Estância Velha em Canoas, de agosto a dezembro de 2006.
- Jurada do III Festival de Dança de Ivoti – Dança das Flores nos dias 17 e 18 de novembro de 2006.
- Bailarina da Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz desde 2004.

Espetáculos:

Flamenco:
- Noches Flamencas - Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2004.
- Colores del Sur - Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2005.
- Hay Flamenco! – Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2006.
- Arsa y Toma! – Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2007.
- Compás del Tiempo - Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2008.
- Flamencura – Banda Tirititrán e Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2009.
- Brasil Flamenco – Atuação no cafébar Artebar La Latina com David Vázquez (cante), Fernando De La Rua y Ricardo Catalá (guitarras), Daniele Zill, Ana Medeiros, Stéfano Domit y Yara Castro (baile) y Georgia Camara (percussão) – Madri, setembro de 2010.
- Compás del Tiempo - Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz – Porto Alegre, dezembro de 2010.
- Veinte - Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz com a participação da bailaora Pepa Molina – Porto Alegre, novembro de 2011.
- Ópera Carmen – Coral e Orquestra Filarmônica da PUCRS com participação do Ballet Concerto e Cia de Dança Tablado Andaluz – outubro de 2011.
- Nuestro Aire e Federico – Escola e Cia de Dança Flamenca Tablado Andaluz com participação do bailaor David Paniágua – Porto Alegre, novembro de 2012.

Dança Contemporânea:
- Projeto Todas as Estações em Movimento: performances “Outono”, “Inverno” e “Primavera” – De março de 2007 a janeiro de 2008 em Porto Alegre. 
- Folias Fellinianas, de Aírton Tomazzoni – Dezembro de 2007.
- ...ou qualquer coisa assim que me intrigue, de Luciana Paludo – Janeiro de 2009.
- Bondage, de Douglas Jung - Agosto de 2008.
- Corte, de Décio Antunes - De setembro de 2008 a julho de 2009.
- Il Faut Trouver Chaussure á son pied, de Maria Waleska van Helden – Desde 2007.
- Degrando Trilhaus, de Graziela Silveira - Mercado Público de Porto Alegre em abril de 2010 e Câmara Municipal de Alegrete – RS em dezembro de 2011.
- Dores em Allegro de Maria Waleska van Helden - Abril de 2010.
- Cem metros de valsa e um grama, de Maria Waleska van Helden - No Santander Cultural em Porto Alegre em março de 2011, em Alegrete em dezembro de 2011, no Teatro Renascença e no Teatro do Sesc de Gravataí em abril de 2012.
- Memórias Encorpadas, criação coletiva da Geda Cia de Dança Contemporânea – Casa de Artes Villa Mimosa em Canoas em agosto de 2012.

Prêmios:
- Indicada ao Prêmio Açorianos de Melhor Bailarina de 2011 pelo espetáculo de dança contemporânea Cem metros de valsa e um grama.


As fotos são de Carlos Sillero.











terça-feira, 7 de maio de 2013

ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES

Nos últimos dias, tive o privilégio de dançar no tablao do Tablado Andaluz em Porto Alegre. É sempre bom poder subir ao palco acompanhada por bons músicos e bailaoras (bailaores) e ver a casa cheia. No palco, estavam Andréa Franco (baile e palmas), Gustavo Rosa (cajón), Pedro Fernandez (baile, cante e palmas), Giovani Capeletti (guitarra flamenca) e eu, Graziela Silveira, que participei do show bailando e acompanhando nas palmas.

Depois dos shows no fim de semana, participei das apresentações promovidas pela Prefeitura Municipal de Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, em comemoração ao Dia Internacional da Dança que foi celebrado no dia 29 de abril. Por causa do mau tempo na data, as apresentações ao ar livre ocorreram na última segunda. Fui uma das pessoas que se apresentaram no palco montado no centro da cidade de Canoas. Vários grupos amadores e profissionais se apresentaram ao longo do mês de abril em vários pontos da cidade para mostrar que Canoas tem muita dança (clique aqui para mais informações sobre as aulas de dança flamenca e ballet clássico para adultos iniciantes na Escola La Tablada em Canoas).

Abaixo, seguem algumas fotos das apresentações de sexta e sábado no Tablado Andaluz em Porto Alegre e também a reportagem que saiu no Jornal Diário de Canoas sobre as apresentações do dia 06/05 na Praça do Avião no centro da cidade.

Graziela Silveira bailando por alegrias - Foto: Caru Arisio

Foto: Caru Arisio

Graziela Silveira e Andréa Franco por tangos flamencos - Foto: João Azzolin

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SHOWS DE FLAMENCO EM PORTO ALEGRE

As aulas na Escola La Tablada prosseguem (mais informações sobre elas, podem ser obtidas clicando aqui), mas, graças ao bom Deus, também tenho tempo para colocar em prática minha vertente bailaora. É muito bom poder me expressar artisticamente com regularidade.

Pelo menos uma vez ao mês, tenho a oportunidade de subir no palco e me expressar fazendo o que mais gosto de fazer: dançar. Nos dias 2, 3 e 4 de maio (quinta, sexta e sábado), retorno ao palco do Tablado Andaluz ao lado dos músicos e bailaores da casa, que é uma referência de flamenco no Brasil.

A casa foi o primeiro tablao flamenco brasileiro e é um celeiro de talentos neste "ramo artístico", pois é também uma escola de dança com mais de 20 anos de atuação em Porto Alegre. Todo o fim de semana, o Tablado Andaluz apresenta três dias de shows de flamenco como ele deve ser feito: com música e baile ao vivo. Mais informações no cartaz abaixo.


segunda-feira, 29 de abril de 2013

MATRÍCULAS ABERTAS EM CANOAS

Dia 29 de abril é o Dia Internacional da Dança.

Aproveitando a data, quero lembrar a todos que as aulas de flamenco e ballet clássico para adultos iniciantes na Escola La Tablada em Canoas continuam com as matrículas abertas. São boas oportunidades para quem quer começar a dançar ou voltar para os sapatos e sapatilhas aposentados.

A primeira aula é gratuita e pode ser marcada pelo telefone (51) 8119-8256.



segunda-feira, 15 de abril de 2013

ESCOLHAS E MAIS ESCOLHAS


Nos últimos dias, fatos que aconteceram com pessoas com as quais convivo me fizeram refletir sobre as escolhas que fazemos. Tudo o que somos, fazemos, pensamos, produzimos, criamos está relacionado com escolhas que foram feitas em algum momento. Estas escolhas, creio eu, são tomadas dentro de determinados valores e parâmetros que variam muito de pessoa para pessoa. Não vou escrever sobre as escolhas pessoais que fazemos, meu enfoque é no campo da atuação profissional enquanto artista da dança.

Para falar em escolha, acho que a primeira e divisora de águas, é a opção por ser artista. Este primeiro posicionamento é o que demanda mais energia e preparação. Não é fácil viver de arte e fazer a família e os amigos entenderem que a vida de um artista não vai se guiar pelas regras da “normalidade” imposta pela sociedade. Aliás, aceitar que a minha trajetória enquanto bailarina vai ser muito diferente daquela trilhada por pessoas que tem profissões “normais” ou socialmente tidas como dignas e rentáveis já é um processo demorado, sofrido e complicado. Optar pela arte enquanto profissão é relativamente fácil se levarmos em conta o fator aptidão profissional, o difícil é manter-se artista enquanto todos que te cercam tentam te dissuadir desta “ideia” ou quando o próprio “mercado” ou as relações profissionais vão diariamente te desanimando. Manter-se artista é uma escolha diária.

Depois de escolher ser bailarina, tenho que decidir que tipo de aulas, técnicas, experiências e pessoas vão me ajudar a ser a artista que desejo ser. Quais aulas preciso fazer para ter a movimentação que tanto desejo? Que profissionais são capazes de me guiar até os resultados que desejo ou quais estão aptos a abrir novos caminhos e me ajudar a explorar estéticas que são desconhecidas para mim, mas que podem enriquecer meu vocabulário de movimentos e minhas percepções estéticas? Que experiências, livros, músicas, pessoas, viagens, trocas precisam cruzar meu caminho para melhorar e aprimorar a profissional e artista que desejo ser? A formação do artista é um processo contínuo. Todas as pessoas que conheço que considero artistas estão em constante aprimoramento. E o resultado desta busca constante depende das escolhas que fazemos durante a nossa vida artística.

E por falar em pessoas, entro em outro assunto. Eu acredito que trabalhamos nos locais, companhias e com as pessoas que escolhemos trabalhar. Se sou parte de um grupo ou companhia é porque escolhi estar ali e me mantenho ali e esta escolha é pautada pelos valores estéticos e éticos que, como artista, continuo a moldar diariamente na minha caminhada pela arte. Claro que estou falando do meu ideal de grupo, ou seja, um grupo em que todos se ajudam mutuamente e dividem as mesmas aspirações ou que buscam os mesmos resultados artísticos. Não digo que deva ser um grupo em que todos pensem e dancem e sintam igualmente, mas uma companhia em que as diferenças se complementem e enriqueçam o processo e o resultado artístico. Acima de tudo, a companhia ideal é aquela composta por profissionais que confiam uns nos outros, pois sabem que todos estão envolvidos igualmente no trabalho e farão todo o possível para atingir os resultados pretendidos pelo grupo.

Na hora em que formamos um grupo, em que pensamos nas pessoas que vamos chamar para fazer determinado trabalho, levamos em consideração que tipo de “produto” artístico queremos produzir. Que bailarinos, músicos, cenógrafos, iluminadores, técnicos, enfim, quem são as pessoas que tem a qualificação técnica e artística para colaborar para um trabalho de qualidade. Estas pessoas não precisam ser minhas amigas, precisam ser profissionais dedicados e interessados no trabalho. Pessoas que consigam trabalhar bem com as outras pessoas envolvidas no projeto e cujas qualidades e individualidades possam se complementar. Se, além de serem os profissionais ideais para o trabalho, ainda forem meus amigos, ótimo, senão, paciência. Tenho pavor de gente que enche o palco somente de amigos e “puxa-sacos” em detrimento da qualidade artística do trabalho. Seria muito bom se todos os envolvidos no projeto fossem amigos e tivessem uma boa relação fora dos palcos e salas de ensaio, mas isto não é fundamental. Se existir respeito, não precisa existir amizade. Sei que isto é possível, pois já trabalhei em produções em que nem todos os envolvidos eram amigos ou concordavam com as opiniões uns dos outros e mesmo assim o resultado colocado em cena foi muito bom, pois todos sabiam separar afinidade pessoal de afinidade e responsabilidade cênica.

Na hora de formar um grupo ou de aceitar algum convite, é preciso levar em consideração quem são os artistas que têm as qualidades estéticas que vão enriquecer o trabalho e que tem também as qualidades de ética e respeito profissionais que a profissão exige. Não dá para trabalhar bem com gente que sempre chega atrasado aos ensaios; que não respeita o diretor, a coreógrafa, os colegas de cena; com gente egoísta e irresponsável. Nenhuma empresa contrata e mantém profissionais que atuem desta forma, porque os grupos artísticos precisam abraçar este tipo de profissional? Não digo que a pessoa precise ter uma moral e uma vida irretocáveis, mas a postura diante do trabalho e dos colegas no processo de ensaios e temporadas nos teatros deve ser de respeito e de companheirismo. Afinal de contas, estamos todos lutando e buscando um bom resultado artístico para ser levado ao público. Se escolhermos estar num grupo com pessoas assim (seja por motivo financeiro ou porque achamos que pode ser uma boa experiência profissional ou porque é a oportunidade de trabalhar com gente que ainda não conhecemos pessoalmente ou por outros fatores que às vezes nos obrigam a aceitar este tipo de situação), então sabemos que o processo vai ser árduo e vai exigir muitas contagens até 10 em meio a inspirações profundas.

Sou eu que escolho que tipo de profissional quero ser e que tipo de profissional desejo que as pessoas encontrem nos grupos e cias por onde passo. São minhas palavras, ações e resultados que vão definir se sou boa profissional ou não. Óbvio que não tenho como escolher o que os outros vão pensar de mim já que sou responsável apenas pelo que digo e faço e não pelo que os outros entendem, mas tenho como optar pelos caminhos mais seguros ou mais facilmente compreensíveis para ser uma profissional respeitada enquanto artista. Não tenho como obrigar que me respeitem enquanto pessoa, embora isto ajude a manter boas relações profissionais também, mas tenho como escolher que me respeitem enquanto profissional. Nossas escolhas têm consequências e precisamos estar dispostas a assumir todas elas, sejam boas ou ruins. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

SHOWS DE FLAMENCO NO FIM DE SEMANA

Depois de duas semanas de intensas emoções flamencas prestigiando as aulas e os shows de Carmen La Talegona e Farruquito em Porto Alegre, e podendo usufruir da arte dos bailaores do Estúdio Soniquete de Campinas (Mariana Abreu, Giovanna Vilariño, Carlinhos Rowlands) e das bailaoras de São Paulo, Carolina da Mata e Ana Paula Campoy (da Kabal Produções), chegou minha vez de voltar ao palco do Tablado Andaluz.

A casa, que funciona nas quintas, sextas e sábados a partir das 19h30 (o show começa por volta das 22h), é um típico tablao flamenco, onde o público pode desfrutar de deliciosas paellas e outros pratos da culinária espanhola enquanto assiste a shows de música e dança flamenca executados ao vivo. Tudo isso por R$ 50,00 por pessoa (bebidas não incluídas). A casa ainda oferece opção para quem deseja assistir somente o show. Neste caso, a valor por pessoa é de R$ 20,00 (mais o que for consumido no local). Neste fim de semana, os artistas da casa são: Andréa Franco e Graziela Silveira (baile), Pedro Fernandez (cante), Giovani Capeletti (guitarra flamenca) e Gustavo Rosa (cajón). Infos e reservas: 3311-0336.